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Filhotes de Saruê deixam habitat natural para “morar” na Zoonoses de Peruíbe (SP)

Filhotes de Saruê deixam habitat natural para “morar” na Zoonoses de Peruíbe (SP)

Filhotes de Saruê deixam habitat natural para “morar” na Zoonoses de Peruíbe (SP)
janeiro 31
19:19 2014

ER

Da Reportagem

Um fato inusitado marcou a chegada de quatro filhotes de Saruê (espécie de gambá que habita no Brasil) ao Centro de Controle de Zoonoses de Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Com poucos meses de vida, os animais deixaram o seu habitat natural para buscar “residência” no departamento.

Saruê

Foto: Divulgação/ ER

Tudo começou no final do ano passado quando os filhotes foram encontrados debilitados na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, entre Peruíbe e Itanhaém. Logo a Polícia Ambiental foi acionada para fazer o resgate dos pequenos gambás, que, em seguida, foram levados para a Zoonoses do Município, localizado à rua Encarnacion R. Fumagalli, nº 1.031, no bairro Leão Novaes.

Assim que chegaram no CCZ, os filhotes receberam tratamento da equipe de veterinários, com aplicação de medicamentos e alimentação adequados. Após o período de recuperação, foram soltos em seu habitat natural, na Mata Atlântica.

O curioso é que os quatro filhotes deixaram o abrigo natural para voltar ao Centro de Zoonoses, e desde então não saíram mais de lá. Em pouco tempo, os animais foram domesticados e passaram a ter convívio freqüente com os funcionários, que, inclusive, nomearam a Saruê mais velha de “Valdirene” – em alusão à  personagem de Tatá Werneck na novela ‘Amor à Vida’, da TV Globo.

Novo lar

A adaptação do Saruê esbarrava-se num único empecilho. O Centro de Zoonoses oferece boa estrutura e acolhimento para animais com estilo de vida mais sedentário, o que não é o caso desta espécie de gambá, que precisavam se deslocar. Diante disso, a funcionária Luciane Teodoro tomou a iniciativa de adotar os filhotes, levando-os para morar em sua residência. Além do novo lar, os Saruês ganharam o carinho dos filhos de Luciane. Os animais convivem em liberdade e não buscam retornar à vida selvagem.

A adoção dessa espécie foi regularizada por um termo assinado junto à Polícia Ambiental e os filhotes ainda recebem acompanhamento do Centro de Controle de Zoonoses.

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PERUÍBE, ITANHAÉM, MONGAGUÁ, ITARIRI, PEDRO DE TOLEDO, MIRACATU, PRAIA GRANDE, IGUAPE, JUQUIÁ, ILHA COMPRIDA, REGISTRO.

 

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