O Expresso Regional

Governo Federal – FAPESP está investindo no projeto da Lama Negra, tratamento de medicina complementar e pioneiro no sistema SUS, na cidade de Peruibe.

Governo Federal – FAPESP está investindo no projeto da Lama Negra, tratamento de medicina complementar e pioneiro no sistema SUS, na cidade de Peruibe.

maio 18
21:18 2013

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Reportagem de Adriana Schreiber

O Complexo Thermal e Lamário da cidade de Peruíbe (SP), renova fôlego e revela seu momento de importância e visibilidade internacional, com a instauração do processo de pesquisa cientifica sendo realizada pelos mais competentes órgãos públicos das instâncias Federal e Estadual nas áreas de ciência e tecnologia, com firme propósito de comprovar a eficácia terapêutica do tratamento com a Lama Negra de Peruibe. (http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/56610/caracterizacao-quimica-mineralogica-radiologica-lama/)

Sob a coordenadoria do Dr. Paulo Flávio Gouvêa, médico e pesquisador responsável pelo Núcleo de Tratamento do Lamário, equipe de pesquisadores do IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) e USP (Universidade de São Paulo), o Governo Federal – FAPESP está investindo no projeto que possibilitará novas fontes de pesquisa, fomento, e testamento de eficácia deste milenar tratamento de medicina complementar, pioneiro no sistema SUS, na cidade de Peruibe.

Lamário de Peruíbe. (Foto: ER)

Lamário de Peruíbe. (Foto: ER)

Em 2012 o Lamário recebeu 12.783 visitantes de todo o Brasil. Foram 641 atendimentos terapêuticos com procedimentos que levam em media três meses, alem de centenas de aplicações de estética dermatológicas faciais realizadas diariamente. Mais de 100 mil pacientes já foram beneficiados, o que cofirma sua eficácia e credibilidade no ambiente acadêmico, cientifico, médico, e claro, junto aos pacientes.

A Lama Negra de Peruibe é extraída da natureza de forma manual e artesanal, recebe beneficiamento e esterilização, possui eficácia comprovada em tratamentos de reumatismos, atrites e eczemas. De origem marinha, possui: silício, alumínio, ferro, cálcio, manganês, magnésio, sódio, titânio, bário, estrôncio, bromo e iodo e com 1,2 % de teor de enxofre, sendo por tanto, considerada das mais elevadas no mundo, similar à encontrada no Mar Morto, entre Israel e Jordânia. É aprovada por analise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que garante isenção de contaminações químicas (total ausência de metais tóxicos, pesticidas e inseticidas).

 

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