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Polícia Federal apura fraudes de petistas em Programa de Agricultura Familiar (Pronaf)

Polícia Federal apura fraudes de petistas em Programa de Agricultura Familiar (Pronaf)

Polícia Federal apura fraudes de petistas em Programa de Agricultura Familiar (Pronaf)
outubro 23
11:01 2014

O dinheiro era retirado em nome dos agricultores, porém, os produtores disseram que não autorizaram o empréstimo, apenas teriam assinado papéis em branco.

Da Reportagem –  
Imagem: Reprodução

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O jornal Folha de S. Paulo noticiou na quarta-feira (22), indícios de fraude ocorrida no Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), alvo de investigação da Polícia Federal em Santa Cruz do Sul. Ligações telefônicas interceptadas pela PF levantaram a suspeita que dinheiro do Pronaf havia sido usado em campanhas do PT no Rio Grande do Sul. A Operação Colono teve início após denúncias de produtores ao Ministério Público. Eles procuraram o órgão para dizer que não haviam autorizado empréstimos e apenas tinha assinado papéis em branco que ficaram na associação.

Deputado federal Elvino Bohn Gass. (Foto: Reprodução)

Deputado federal Elvino Bohn Gass.
(Foto: Reprodução)

O inquérito já está tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF) por indícios do envolvimento do deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS), que foi reeleito na última eleição. O documento ainda revela que o dinheiro liberado em forma de empréstimo do programa retirado no Banco do Brasil iam para as contas de uma associação de produtores de Santa Cruz. Mas, os valores eram retirados em nome dos associados.

Pelo menos 107 contas bancárias tiveram o sigilo quebrado. No total teriam sido 26 mil depósitos, R$ 104 milhões entre 2006 e 2012. Do montante, R$ 85 milhões vieram do Pronaf. O vereador do PT santa-cruzense, Wilson Rabuske, aparece no relatório. O laudo aponta que Rabuske recebeu R$ 700 mil, e sua mulher, R$ 324 mil. Outro ex-candidato a vereador pelo PT teria recebido R$ 126 mil.

Segundo a reportagem da Folha de S. Paulo, informações da Receita Federal cedidas à PF, o casal anotou uma diferença de R$ 2,15 milhões entre o que foi declarado como renda em 2007 e em 2011 e o valor que entrou em suas contas.

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